5° Domingo da Quaresma (jo 8, 1-11)

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Levando a Jesus uma mulher adúltera, escribas e fariseus a ele perguntam: “A lei manda apedrejar mulheres como esta, o que dizes?” Jesus rabisca o chão, ergue-se e diz: “Quem dentre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra!” Desmascarou os acusadores. Foram-se embora. Não disse a sentença, não condenou a  pecadora. Ao contrário, ama-a, embora deteste o pecado. Por isso ele diz: “Vá em paz, não peques mais!” – Pare com isso,  não estrague tua vida por um instante de prazer. Reprova o que ela fez, mas perdoa. E aponta o caminho: Pecar, não mais! Adverte-nos a jamais atirarmos “pedras”: elas ferem, machucam, deixam marcas fundas. Espalhar erros é mórbido prazer. Triste é pecar; pior é divulgar o pecado. A nossa missão: perdoar, ganhando assim o irmão para o reino.

Extraído da Folhinha do Sagrado Coração de Jesus

Autor: Frei Hugo de Almeida, OFM

 

4° Domingo da Quaresma

A festa que encerra este trecho do Evangelho contrasta fortemente com a maior parte do relato, permeada de sentimentos de orgulho e prepotência que dominam o filho, na sua inexperiência e imaturidade, e que tanta dor e sofrimento causam ao pai amoroso. Como uma metáfora da vida humana, a parábola do filho pródigo também pode ser chamada de  parábola do Pai misericordioso, pois todo o relato é dominado pela figura do pai que, em sua espera paciente, não desiste de esperar a volta do filho. O pai é imagem de Deus, que também jamais desiste de nós, por mais que nos afastemos dele e de seus planos. Quando decidimos retornar à sua casa, o Pai sempre nos acolhe, com uma grande festa, que fará esquecer todos os momentos tristes passados no exílio e no sofrimento.

Extraído da Folhinha do Sagrado Coração de Jesus

Autor: Frei Sandro Roberto da Costa, OFM

Segundo Domingo da Quaresma (Lc 9,28b-36)

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          Depois da experiência do deserto, temos a experiência da montanha. Os exercícios de penitência, como resposta ao amor, só têm sentido, se tiverem em vista a vocação do ser humano chamado a participar da glória dos filhos de Deus. A oração constitui a forma mais intensa de penitência ou conversão. Jesus é transfigurado no alto do monte, enquanto rezava. A oração transfigura. A montanha é símbolo de Deus. Somos convidados a sempre de novo mergulhar em Deus. Sentar-nos no alto do Tabor e ouvir a voz do pai: Tu és meu filho muito amado, tu és minha filha muito amada. 

Assim, fortalecidos por momentos de Tabor, podemos descer a planície e acompanhar Jesus até o monte Calvário, onde a própria morte será transfigurada.

Extraído da Folhinha do Sagrado Coração de Jesus

Autor: Frei Alberto Beckhauser, OFM

Primeiro Domingo da Quaresma

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As tentações de Jesus – O que realmente queremos para nossa vida?

          A verdadeira tentação não está em ter pão, ser reconhecido ou sobreviver… Mas sim em ferir a “ordem natural das coisas”, pular etapas, querer o imediatismo ou mesmo geral necessidades falsas. Isso tudo é pecado e é a tudo isso que Jesus renuncia. Renuncia ao caminho mais fácil. Aos poucos, ainda fica claro que toda tentação é ilusão, e resistir é persistir na verdade. Nem o tentador era o senhor que se apresentava capaz de conceder reinos, nem o que ele oferecia tinha real valor. Somos convidados a refletir sobre as situações que geram falsas necessidades em nossas vidas e, então, optarmos pelo que de fato tem valor.

Extraído da Folhinha do Sagrado Coração de Jesus

Autoria: Frei Clauzemir Makximovitz, OFM

Quarta-Feira de Cinzas: “ConverteI-vos e credes no Evangelho!”

          Todos os anos iniciamos a Quaresma, este tempo forte de reflexão e oração, com a imposição das cinzas e a frase-lema que irá nortear todos os quarenta dias que antecedem a grande festa da Páscoa: “Converte-vos e credes no Evangelho.” De fato, necessitamos sempre de um reajuste total de nossas atitudes interiores com respeito a Deus a ao próximo, uma revisão a  fundo dos critérios que guiam a nossa conduta, assim como das práticas religiosas, poucas ou muitas, que realizamos. As cinzas, colocadas sobre nossas cabeças, tornam-se para nós sinal de vitória, afinal Deus é capaz de tirar vida da morte e ressurreição das cinzas, como faz brotar a espiga do grão que morre na terra.

Extraído da Folhinha do Sagrado Coração de Jesus

Texto de Frei Alvaci Mendes da Luz, OFM

Reflexões sobre a JMJ Rio 2013

Por Luana Clara

Neste quinto dia de encontro da II Semana da Juventude, cerca de 100 pessoas se reuniram na Paróquia Sagrada Família para ouvir Adam Lopes, integrante do setor de voluntários na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), contar a história e curiosidades sobre o evento.

O palestrante destacou a importância do lema da JMJ, “Ide e fazei discípulos entre todas as nações”, Mateus 28, 19. “Que o movimento de mobilização da Jornada nas pastorais e paróquias continue e possamos apresentar Jesus a quem não conhece. Porque nós, como discípulos, temos a missão e o dever de fazer discípulos em todos os lugares”, exortou.

Adam também atentou que a missão evangelização às vezes começa dentro de casa e compartilhou o testemunho de conversão de sua mãe que após seus insistentes convites, passou a acompanhá-lo nas Missas,  depois voltou a se confessar e, desde então, comunga há 11 anos. “O Papa João Paulo II disse: ‘Se os jovens soubessem a força que tem, incendiariam o mundo’”, declarou o palestrante, motivando o coração dos presentes.

No encerramento do bate-papo, Lopes explicou para a plateia que o objetivo da edição carioca não é quebrar o recorde da Filipinas, de 4 milhões de pessoas, e sim ser a mais santa. “Espero que cada jovem possa acolher o chamado de Deus e fazer discipulos onde for e como for, segundo a vontade de Deus”, afirmou.

A segunda parte do encontro ficou a cargo de Jefferson Evaristo que, além de dividir sua experiência e relação com a JMJ Rio 2013, comandou a dinâmica “Como eu posso começar a viver o lema da JMJ?”. Dividos em grupos mistos, jovens e adultos refletiram e compartilharam sobre os bônus e ônus do evento para a cidade.

Programação de Sábado: Amanhã será um dia especial. Começaremos a noite mais cedo, as 18h30, com adoração e palestra sobre as diferentes vocações. Após, a galera vai para a Praça da Cohab onde será realizado um Lual, com muito louvor e encenação teatral.

A Paróquia Sagrada Família fica na Rua Paula Ney, 501, Realengo. Mais informações: 3333-3224.

Dei o meu sim, e não é fácil

“Cristo que chama, juventude que responde” foi o tema desta quinta na Semana da Juventude 

 

 

 

 

A II Semana da Juventude da Paróquia Sagrada Família começou no domingo, 20 de Janeiro, dia de São Sebastião. A palestrante do dia, Karine Belo, lembrou a vida deste santo e de inúmeros outros que souberam dar seu sim ao projeto de Deus. “Da casa”, como ela mesma se definiu a nossa jovem paroquiana mostrou a juventude presente no encontro que é possível aderir ao plano de Deus, seja qual for o nosso chamado dentro da realidade da igreja: “Você vai esperar até quando para se colocar a disposição da Igreja?” Perguntou Karine. 

Tudo é possível a quem tem fé!

              Desta vez foi a pastoral da Liturgia a condutora da oração inicial. Através da meditação de vários textos bíblicos Ana Maria Ribeiro e Mirian lembraram que tudo é possível a quem tem fé e que Deus nunca desampara os seus. A meditação serviu de mote para Karine que     afirmou que por mais difíceis que sejam os obstáculos, o Espírito Santo nos capacita: “O Espírito Santo nos encoraja e transmite o que Deus quer falar através de mim, através de cada um de nós”.  A juventude sentiu-se motivada a realizar algo na comunidade vendo o exemplo de uma jovem como eles. Durante a reflexão a palestrante lembrou o texto de João Paulo II aos jovens onde ele diz que a igreja precisa de santos de 

calça jeans e que vão ao cinema.  A Virgem Maria foi citada como modelo de jovem que soube também dar o seu sim a Deus: “Como Maria, precisamos dizer sim livremente!

Os participantes foram conduzidos em uma dinâmica de grupo onde puderam exercitar a criatividade em peças e músicas. Ao fim de mais uma noite Karine nos contou que sentiu uma grande responsabilidade ao transmitir a palavra de Deus para tantas pessoas e que apesar do nervosismo foi encorajada por Deus. 

Ela também se alimentou das outras palestras ao longo da semana para poder comunicar a unção de Deus nesta quinta. 

A mãe de Karine, Sonia Belo, disse estar feliz em ver a filha com tanta desenvoltura nas coisas de Deus: “Fico muito emocionada. Eu vejo que a semente que plantei está dando fruto”, disse. 

E Karine nos lembra: “Todos vocês tem um talento a oferecer a igreja”.

Ficai atentos, porque o futuro da humanidade passa pela família

Esta foi a principal mensagem da noite do dia 23/01. Janaina e Fábio foram os palestrantes da noite, junto com seus três filhos
Por Jefferson Evaristo
Da esquerda para direita: a filha mais velha, Maria Eduarda, a mãe Janaina, o caçula Gabriel, o pai Fabio e do meio, Ana Beatriz

Da esquerda para direita: a filha mais velha, Maria Eduarda, a mãe Janaina, o caçula Gabriel, o pai Fabio e do meio, Ana Beatriz

Logo no início, Janaína começou dizendo que sempre foi muito engajada na Igreja e que conheceu seu marido na época do grupo jovem. Amor nascido diante de Deus, que hoje tem como frutos a Maria Eduarda, de 13 anos, participante do grupo jovem, a Ana Beatriz, 10 anos, que acabou de fazer a primeira comunhão e entrou no grupo de coroinhas; e o Gabriel, de 8 anos, que está acabando a catequese e vai poder “se comungar”, segundo suas inocentes palavras de criança.
Em sua partilha, Janaína foi categórica: de nada adianta ser da Igreja, rezar, participar de uma pastoral se dentro de nossas casas nós não amarmos nossa família. Isso não é ser cristão de verdade, mas fingir uma santidade que não existe. Por isso, os maridos devem amar suas esposas, entendê-las, respeitá-las. As mulheres devem ser as santificadoras de seus lares, as incentivadoras de seus maridos, as suas parceiras. E os filhos devem ser obedientes em tudo aos seus pais. E que uma das palavras mais importantes pra família é a de Colossenses 3,13: “Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente”. Suportai-vos é ser suporte, é ajudar a seguir em frente.
Em seguida, citou um estudo do IBGE, que afirma que atualmente há muitas formas de “família”, com avós e netos, mãe e filhos, pai e filhos, filhos de casamentos diferentes vivendo juntos e etc. Mas que nenhuma destas formas de família substitui a verdadeira instituição familiar com pai e mãe casados. Neste ponto, a mídia é a maior destruidora do conceito de família, porque constantemente nos é passada uma imagem de normalidade nestas situações, como se a família fosse uma instituição falida. A verdade, segundo Janaina, é que a família é a base da construção de um mundo novo. É em família que aprendemos a viver em sociedade, a respeitar e amar as pessoas.
Segundo a palestrante, o amor à família não é condicionado a nada. Cristo quando institui o mandamento de honrar aos pais não coloca nenhuma condição para que isso aconteça. É amor universal. E para os jovens, a construção de uma família santificada começa em um namoro santificado. Todo namoro precisa ser vivido a três, entre o namorado, a namorada e Deus.
Por fim, ficaram dois convites, um para sermos uma família para os peregrinos da Jornada Mundial da Juventude, para amá-los e recebê-los, e outro para amarmos nossas famílias, sem colocar condições para viver este amor.

A influência das tribos na formação dos jovens

                  Na noite da terça feira de ontem a II Semana da Juventude refletiu sobre a influência das tribos na formação dos jovens. A psicóloga clínica Milena Lima, que trabalha com crianças e jovens falou à comunidade sobre as inquietações, questionamentos e necessidade de pertencer a um grupo que são próprias da Juventude. 

Música, louvor e oração

A oração inicial de ontem ficou a cargo dos Ministros Extraordinários da Eucaristia. Lucia Ramos, Ozanir Dario, Sonia da Mota e Ana Maria Ribeiro conduziram o momento. A animação foi conduzida porn nossos jovens da Pastoral da Música. 

Durante sua 

palestra Milena Lima contou como surgiu historicamente o conceito de adolescência e 

a diferença entre juventude e adolescência. Milena preferiu não focar na influência negativ

a dos grupos e tribos, pois isso independe do grupo ao qual se pertença: “O jovem adere a um grupo pela necessidade de experimentar o que o mundo pode dar a ele”, afirmou Milena. Sobre o surgimento das tribos ela nos ensinou que seu surgimento vem do crescimento do individualismo; daí forma-se grupo de iguais. 

Os participantes foram ainda envolvidos na participação em uma dinâmica onde descobriram aspectos positivos em pessoas diferentes deles. Milena manifestou sua felicidade em participar da Semana da Juventude: “É interessante  e muito bom acontecerem eventos que juntam os jovens e os fazem refletir sobre suas escolhas em um momento tão decisivo de suas vidas”, afirmou.

 

No fim foram realizados sorteios de vários brindes. Hoje o tema da noite será “O futuro da humanidade passa pela Família”,

Cada pessoa é um dom de Deus

No primeiro dia de palestras da II Semana da Juventude o Padre Alan Soares falou aos jovens da dignidade do corpo humano

“O Jovem e a Maturidade Afetiva”. Este foi o tema que norteou a noite de segunda feira na Paróquia Sagrada Família que celebra sua II Semana da Juventude. Com animação conduzida pelos jovens da Pastoral da Música da própria paróquia, que também estarão presentes durante toda a semana, a noite contou com mais de 100 participantes. Nem a chuva afastou a juventude, sedenta de beber na fonte da palavra de Deus. 

 

Oração e louvor unindo a comunidade

 

A oração inicial foi conduzida pelo Ministro da Eucaristia Manoel Luciano. Cada dia a oração será conduzida por um membro diferente, pois assim há uma motivação a mais para toda a Paróquia participar. Seu Manoel, como é conhecido na Sagrada Família, ainda deu um belo testemunho sobre o namoro durante a  juventude. Através de sua experiência de vida os participantes puderam refletir sobre suas próprias escolhas e motivações afetivas. 

Após o momento de oração o Padre Alan Soares desenvolveu o tema  da maturidade afetiva na juventude. 

 

Nossa missão mais importante: A santidade

Durante a palestra Padre Alan lembou a todos que nossa missão mais importante é a de sermos santos como Jesus e de aprendermos a renunciar aquilo que em mim não é de Deus: “Não adianta seguir Jesus se eu não aprender a renunciar a mim mesmo”, afirmou. Através de inúmeras passagens bíblicas Padre Alan lembrou os participantes da dignidade do corpo humano e também lembrou que cada pessoa em particular é um milagre de Deus  e os namorados devem se respeitar e servir para o crescimento um do outro. Em dinâmica os participantes foram divididos em grupo, para discorrer sobre o tema. A noite terminou com um lanche distribuído a todos.